11 setembro, 2010

China Crisis - Working With Fire And Steel (1983)



Tracklisting:
01 – Working with Fire and Steel
02 – When the Piper Calls
03 – Hanna Hanna
04 – Animals in Jungles
05 – Here Come a Raincloud
06 – Wishful Thinking
07 – Tragedy and Mystery
08 – Papua
09 – The Gates of Door to Door
10 – The Soul Awakening

China Crisis - Diary A Collection

Tracklist

1. Black Man Ray
2. Animalistic (A Day At The Zoo Mix)
3. Hampton Beach
4. Red Letter Day
5. Diary Of A Hollow Horse (Acoustic)
6. Strenght Of Character
7. When The Piper Calls
8. Christian
9. Golden Handshake For Every Daughter
10. Hanna Hanna
11. African And White
12. Here Comes A Raincloud
13. King In A Catholic Style (Wake Up)
14. Blue Sea
15. Tragedy And Mystery
16. Wishful Thinking

Paul Simon - Hearts and Bones (1983)

Tracklisting:
01 - Allergies
02 - Hearts and Bones
03 - When Numbers Get Serious
04 - Think Too Much (b)
05 - Song About the Moon
06 - Think Too Much (a)
07 - Train in the Distance
08 - Rene and Georgette Magritte With Their Dog After the War
09 - Cars Are Cars
10 - The Late Great Johnny Ace
LINK SÓ POR EMAIL

07 setembro, 2010

Midge Ure Ultravox - The Very Best Of


Tracklist
01. Vienna
4:40
02. No Regrets 04:01
03. If I Was
04:51
04. Reap The Wild Wind
03:42
05. The Voice
04:23
06. All Stood Still
03:41
07. Sleepwalk
03:19
08. The Thin Wall
04:25
09. We Came To Dance
04:08
10. Visions Of Blue
04:13
11. Hymn
04:25
12. Lament 04:16
13. Call Of The Wild
04:18
14. Breathe
04:28
15. Beneath A Spielberg Sky
04:29
16. You Move Me
03:51
17. One Small Day
04:32
18. Dancing With Tears In My Eyes
04:09
19. Love's Great Adventure 03:06
LINK EM COMENTÁRIOS

Divinyls - Essential (1987)


Tracklist:
1. Pleasure And Pain 3:55
2. Temperamental 4:29
3. Back To The Wall 4:30
4.Only Lonely 3:15
5. Punxsie 4:15
6. Don't You Go Walking 5:58
7 .Boys In Town 2:50
8. Hey Little Boy 3:01
9. Science Fiction 3:32
10. Sleeping Beauty 3:38
11. Casual Encounter 3:05
12. I'll Make You Happy 3:21
LINK

06 setembro, 2010

Rubber Rodeo - Heartbreak Highway LP 1986


Tracklist:
1 - Heartbreak Highway
2 - If You're Ever Alone
3 - Everybody's Talkin'
4 - Souvenir
5 - The Civil War
6 - Deadtown
7 - When Words Collide
8 - Look Who's Back
9 - Maybe Next Year

80′s Remembers # 2

Tracklist
01 Why Me – Irene Cara (07:04) 02 Hands Up – Ottawan (04:50) 03 Safety Dance – Men Without Hates (04:33) 04 Stop ‘N’ Go – Peter Kent (03:30) 05 Funkytown – Lipps Inc. (07:48 ) 06 Yes Sir I Can Boogie – Baccara (03:41) 07 You Keep Me Hangin On – Kim Wilde (04:15) 08 I Lost My Heart To A Starship Troouper – Sara Brightman (04:19) 09 Give It Up – K.C. & The Sunshine Band (04:10) 10 You Drive Me Crazy – Shakin’ Stevens (02:47) 11 Confusion – E.L.O. (03:37) 12 The Tide Is High – Blondie (04:41) 13 Don Quijote – Newton Family (04:08 ) 14 I Know There’s Something Going On – Frida (05:26) 15 Stand Back – Stevie Nicks (04:47) 16 Where Is My Man – Eartha Kitt (10:10)

80′s Remembers # 1

Esta coletânea reúne alguns dos sucessos dos anos 80, que agitaram as pistas, todos em versão original. Vale a pena conferir, "I Can´t Wait" (Nu Shooz), "Gimme, Gimme, Gimme" (Narada Michael Walden) e "I Am What I Am" (Gloria Gaynor). Tracklist 1- Nowhere Fast- Fire Inc. 2- Gimme Gimme Gimme- Narada Michael Walden 3- Goodbye Bad Times- Giorgio Moroder & Philip Oklay 4- Words- F.R. David 5- Moskow Discow- Telex 6- I Am What I Am- Gloria Gaynor 7- La Bamba- Stress Electric 8- You're OK- Ottawan 9- The Dream (Hold On To Your Dream)- Irene Cara 10- I Can't Wait- Nu Shooz 11- We'll Be Together- Sandra 12- Nice And Slow- Jessie Green 13- Hell- Bernie Lion 14- You Know What To Do- Carly Simon LINK

22 agosto, 2010

Entrevista com Jim Kerr (Simple Minds)




Vocalista da banda Simple Minds fala sobre a década de 1980, 30 anos de carreira e o show em Brasília.


Os ventos da música pop nem sempre facilitaram o voo do Simple Minds. Mas, prestes a gravar o 16º disco da carreira, uma das bandas mais populares dos anos 1980 parece finalmente ter aprendido a não se abalar pelas turbulências do showbusiness. Regra número um: fazer justiça ao próprio nome. Simples como nunca, essa aeronave trintona, escocesa, desembarca em Brasília no dia 21, no Ginásio Nilson Nelson. “Nossa missão é provar aos brasileiros que ainda temos energia. Somos uma banda melhor do que aquela dos anos 1980”, garante o vocalista Jim Kerr, 51 anos, o piloto inabalável.
O autor de sucessos como Alive and kicking conversou com o Correio por telefone, de um hotel em Paris. No dia seguinte, o band leader cumpriria um antigo ritual: no palco do Festival des Voix du Gaou, interpretaria 22 canções que ele chama de “clássicas”. Para os fãs, o Simple Minds merece o adjetivo — mais do que um grupo de rock, trata-se de um sobrevivente. Encomendado para a trilha do filme O clube dos cinco, de 1985, o hit Don’t you (forget about me), escrito por Keith Forsey, é apenas um dos sinais de longevidade de um grupo que, por muito tempo, foi tratado como um “genérico” do U2.

É nos palcos, no entanto, que as turbinas do quarteto ganham potência máxima. Mas o traquejo não amaciou o baque que o grupo, formado em 1978, sofreu durante os anos 1990. Após várias trocas de integrantes, só restaram Kerr e o guitarrista e tecladista Charles Burchill, amigos de infância. O baterista Mel Gaynor está na banda desde 1982, mas entre idas e vindas.
A reinvenção do Simple Minds foi providenciada, em grande parte, pelos fãs. Os shows voltaram a lotar. O disco Graffiti soul, lançado no ano passado, recebeu até adjetivos bondosos da crítica. Hoje, Kerr vive entre Nice (França) e Sicília (Itália). Já Burchill mora em Roma. “Ainda somos melhores amigos. Durante a turnê, dentro do ônibus, conseguimos conversar por cinco, seis horas, sobre todo tipo de assunto”, conta Kerr.

O ativismo político — que era “in” nos anos 1980 — deixou a lista de prioridades do cantor. O mundo anda complicado, ele explica. E o pop não é mais o mesmo. Há duas décadas, o ex-marido de Chrissie Hynde (Pretenders) divagava sobre o Muro de Berlim e o apartheid. Hoje, prefere se dedicar à procura pelo refrão mais agradável e a um sutil recomeço, no projeto paralelo Lostboy. Em entrevista ao Correio, o vocalista comenta o legado do rock dos anos 1980 e explica a nova fase do grupo. “Tenho experiência, mas adoro a sensação de começar do zero”, revela.
O rock dos anos 1980 está em alta. A década foi finalmente reabilitada?
Acredito que sim. É verdade. Por muito tempo, os anos 1980 foram criticados. Diziam que era um período de pompa, de exageros. Mas acredito que, para que um determinado período da história da música seja reconhecido, sempre leva um tempo. Mas hoje, felizmente, a década voltou a ser conhecida como um período de boa música.


O Simple Minds, apesar dessa onda, se torna uma banda cada vez mais direta. É o caminho?
A banda passou a lidar com a música de uma forma mais simples. É uma forma de gravar que, no momento, nos interessa mais. É inevitável. Mas não é uma escolha radical: nós amamos os anos 1980 e amamos o tempo presente. Principalmente, amamos o que estamos fazendo neste exato momento.

As letras da banda estão menos engajadas. Política ainda combina com rock?
Eu acredito que a política mudou desde os anos 1980. Os problemas mudaram. As questões são diferentes. Nos anos 1980, a realidade mundial era muito polarizada. Era fácil identificar os malvados, os vilões. Havia Ronald Reagan, por exemplo, o Muro de Berlim, o apartheid. Agora o mundo está diferente, mais complexo. Mas ainda acho que a arte pode ajudar a organizar opiniões, a mostrar o que está acontecendo no planeta. O problema é que a música não tem mais o poder de formar grandes plateias. Nos anos 1980, todo mundo ouvia música. A mensagem chegava a todos.

Hoje, são poucas as megabandas… Ficou mais difícil formar um público grande. Meu filho mais novo, que tem 18 anos, é um exemplo disso. Ele gosta de uma banda que só tem um disco e, pouco tempo depois, deixa de gostar. Talvez tenha aumentado o deficit de atenção de quem ouve música.

Com a internet e os selos independentes, há cada vez mais bandas iniciantes. Mas poucas duram tanto quanto um Simple Minds, um U2. O que acontece?
Eu percebo muitos casos de bandas que se destacam logo na estreia. Elas aparecem e têm apenas um grande disco. Não sei o que acontece… Mas talvez não seja bom fazer sucesso logo no início da carreira. Talvez você deva buscar o sucesso depois do quarto, quinto disco. Pense em algumas das bandas mais conhecidas dos anos 1980, como o U2 e o Depeche Mode. Elas não fizeram sucesso nos três primeiros discos. Elas tiveram que gravar mais álbuns. Quando você está no começo da carreira, o momento é de aprender a sua arte. E isso demora um pouco.

Existe segredo para a longevidade no mundo pop?
Não acho que exista segredo… Mas há certas condições que são mais adequadas do que as outras. Bandas não costumam durar muito tempo. Eu sei disso. Normalmente elas acabam, é natural. Eu acho que é até uma questão de temperamento, entende? Há pessoas que são ótimos artistas, mas que não se adaptam a esse estilo de vida. Pessoas que não gostam de aparecer na mídia, que não gostam de viajar. Talvez eles sejam capazes de escrever ótimas canções, mas dão péssimas entrevistas.

Aumentou a pressão sobre as bandas novas?
Não acho que as cobranças sejam maiores. É complicado (fazer sucesso), era complicado e vai continuar a ser complicado. E acho até que essa complicação é necessária. Fazer boa arte não é coisa fácil. É claro que qualquer um deve se arriscar. Se você acha que tem talento, é importante tentar. Mas não será todo mundo que vai fazer bem. Eu, por exemplo, adoraria jogar futebol pelo Barcelona. Mas isso não vai acontecer. Bem… Talvez aconteça (risos).

Numa banda que já experimentou do punk, do pop e da eletrônica, haveria espaço para a música brasileira?
A música brasileira é tratada com respeito no mundo inteiro. O Brasil criou um ritmo próprio, uma mistura muito particular, com raízes africanas. Desconfio que seja um pouco como o futebol brasileiro. Mas não sei se eu conseguiria me inspirar na música do seu país. A música que eu faço vem do lugar onde eu nasci, vem da forma como eu fui criado. Mas sabemos que o Brasil é um país musical, um país de artistas. Até o presidente do Brasil parece um artista, não é?

O que Brasília inspira?
Recentemente, li um texto de uma pessoa que esteve em Brasília. Eu sei que as cidades brasileiras são muito diferentes umas das outras, que o Rio é muito diferente de São Paulo. Alguém me disse que Brasília é um lugar muito agradável porque é uma cidade grande, mas com muito espaço livre. Estou ansioso.

SIMPLE MINDS EM BRASÍLIA
Sábado, 21 de agosto, no Ginásio Nilson Nelson. Ingressos a R$ 80 (área Zoon) e R$ 150 (área VIP, com open bar). Preços de meia entrada. Pontos de venda: lojas Free Corner, Informações: 8215- 7822 / 8118-6800. Não recomendado para menores de 14 anos.
Por:
Tiago Faria (Correio Brasiliense)

20 agosto, 2010

Game Hit´s (1983)

Various - Game Hits
Label:WEA 
Catalog#:28.086 
Format:Vinyl, LP, Compilation
Country:Brazil 
Quality; 320 Kbps
Released:1983 
Genre:Electronic, Pop, Reggae, Rock 
Style:Disco, Pop Rock, Reggae-Pop, New Wave, Electro, Synth-pop, Ballad 

Tracklist 

1. Madonna - Holiday 3:30 
2. Righeira - Vamos A La Playa 3:30 
3. Billy Joel - Uptown Girl 3:00 
4. Carly Simon - You Know What To Do 4:00 
5. Yes - Owner Of A Lonely Heart 3:47
6. Rod Stewart - What Am I Gonna Do (I'm So In Love With You) 4:00
7. Irene Cara - Why Me? 4:00 
8. Paul Simon - Allergies 4:00 
9. Manhattan Transfer - Spice Of Life 3:40 
10. Jimmy Cliff - Reggae Night 3:00 
11. Peter Schilling - Major Tom (Coming Home) (English Version) 3:50 
12.Carpenters - Make Believe It's Your First Time 3:40